Os rumores sobre o possível fechamento circulavam desde o início de dezembro, quando a empresa publicou comunicado nas redes sociais negando o encerramento das atividades e afirmando que passava por um processo de reestruturação. No entanto, nas semanas seguintes, consumidores relataram prateleiras vazias e estoque reduzido, o que aumentou a apreensão.
No dia 29 de dezembro, funcionários declararam greve por atraso no pagamento de salários e do 13º. Mesmo com a paralisação e com grande parte das prateleiras sem produtos, o supermercado ainda funcionou por alguns dias, operando com apenas dois caixas e equipe reduzida.
Uma reunião foi realizada entre o sindicato da categoria, representantes da empresa e trabalhadores. Segundo o presidente do Sincomerciários, Aparecido Bruzarosco, propostas chegaram a ser analisadas pelo sindicato e pelo jurídico da empresa.
Questionado nesta quinta-feira (12), Bruzarosco informou que uma ação judicial já foi ajuizada, mas o juiz ainda não se manifestou. Ele destacou que, neste momento, o foco é assegurar os direitos dos trabalhadores.
“Agimos com muita paciência e cuidado desde o início, por conta do histórico idôneo da empresa, porém agora precisamos garantir os direitos dos trabalhadores”, afirmou.
Até o momento, não houve novo posicionamento oficial dos proprietários sobre o fechamento da unidade.